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  05.03  00:00   Wixx defende tecnologia WiMax para o Plano Nacional de Banda Larga
 

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, apresentou, no fim do mês de fevereiro, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) ao presidente Lula. O intuito do plano é estimular e acelerar o processo de crescimento no consumo e acesso à banda larga no Brasil. De acordo com o Ministério das Comunicações, a meta é atingir 90 milhões de acessos individuais à banda larga até 2014.

A Wixx, empresa brasiliense especializada em Internet sem fio, entende que seriam necessárias novas emendas ao PNBL, com a utilização da tecnologia WiMax - padrão de acesso a banda larga sem fios para redes metropolitanas, que permite aos usuários acesso à Internet com alta velocidade, qualidade e disponibilidade. A tecnologia, por empregar um padrão de transmissão sem fio, oferece grande flexibilidade para a implantação do plano.

O objetivo é capitalizar a conectividade das malhas atuais de fibra óptica até as regiões excluídas, por meio de uma estrutura de rede WiMax, e cobrir as cidades definidas pelo governo por meio de um conjunto de soluções de fibra, WiMax e Wi-Fi de última geração, com rápida implementação, alta performance e segurança (criptografia de dados).

O PNBL propõe inicialmente o uso das tecnologias 3G e ADSL. “Porém, o 3G não foi desenvolvido para acesso à banda larga de massa, mas para atender aos smartphones e acessos com pequeno volume de dados”, considera Antônio Jordão, diretor comercial da Wixx. No que se refere à tecnologia ADSL, para Jordão, a infraestrutura utilizada atualmente no Brasil tem um alto custo de funcionamento, pois, necessita de retransmissores de sinal a cada 300 metros, o que eleva demasiadamente o custo do plano, além da baixa qualidade dos fios de cobre antigos.

De acordo com o diretor comercial, o plano não considerou aspectos tecnológicos fundamentais para projetos de inclusão digital. “Para a cobertura em locais onde não haja infraestrutura abundante de fibras ópticas ou onde as redes ADSL não estejam ociosas, a melhor solução para levar a conectividade das fibras ópticas até estas regiões é o uso da tecnologia WiMax”, comenta Jordão.

O plano apresentado pelo Ministério das Comunicações fez uma breve citação sobre a tecnologia WiMax, expondo-a como uma tecnologia cara, custando até 1.000,00 Euros por usuário em alguns países da Europa. “O exemplo do uso do WiMax citado no PNBL é uma exceção. A tecnologia cresce rapidamente nos EUA, Europa e Ásia, levando qualidade de acesso à Internet com melhores custos para milhões de usuários. É necessário enfatizarmos, por exemplo, que a Coréia do Sul, líder mundial em inclusão digital, investe, há mais de 10 anos, em tecnologia WiMax, para obter o maior grau de inclusão digital do mundo. Os EUA também colocaram em prática um plano de universalização de acesso à banda larga, que é baseado em fibras ópticas e WiMax. Portanto, vejo a necessidade de se incluir a tecnologia WiMax no plano apresentado pelo ministro”, comenta o diretor comercial.

O Plano Nacional de Banda Larga visa acelerar a inserção da população na moderna sociedade da informação. Inserindo a tecnologia WiMax no PNBL, o país poderá contar com a inclusão digital dos municípios previstos, Internet com velocidade de 500 Kbps, liberdade de acesso dentro e fora de casa, atração de centenas de empresas para a fabricação da Tecnologia de ponta (fibra + WiMax + Wi-Fi de última geração), entre outras vantagens.

Benefícios da tecnologia WiMax aliada ao Plano Nacional de Banda Larga

 Geração de milhares de empregos diretos e indiretos (instalação, calls centers, entre outros);

 Investimento de 30% a 50% menor na implementação do Plano;

 Maior rapidez para a implantação;

 Redução drástica do impacto ambiental na implantação e na operação (tecnologia sem fio);

 Redução do custo de comunicação do governo (telefonia, por exemplo).

 

 

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